Mesmo chamados de GOLPISTAS deputados aprova o pedido de impeachment de Dilma

Brasília – Img. Agência Brasil

O pedido de impeachment da Presidente Dilma foi aprovado na Câmara dos Deputados por 367 votos favoráveis e 137 contrários.

A votação  ocorreu no domingo (17) terminou ás 23h4. Os Deputados aprovaram a autorização para que o processo de impeachment siga para o Senado. O voto do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) um dos principais partidos interessado no processo, completou os 342 necessários para a autorização do processo contra a presidente Dilma Rousseff.

No plenário houve sete (7) abstenções e somente dois (2) ausentes dentre os 513 deputados. A sessão de votação durou 9 horas e 47 minutos, já a votação, seis (6) horas e dois (2) minutos. Alguns deputados extrapolaram o tempo de 10 segundo para votação, muitos discursaram e homenagearam familiares na hora de votar, teve até deputado que levou o filho para votar, algo desnecessário no momento tão importante para o Brasil.

Ao final, Deputados pró-impeachment comemoraram intensamente no plenário, já os deputados contrários chamaram o processo contra Dilma de golpe institucional.

 Mais informações a seguir.

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O pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff foi entregue nesta segunda-feira (18) ao Senado Federal. O processo foi autorizado pela Câmara dos Deputados no fim da noite de domingo. A oficialização da entrega reuniu os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros.

Cunha ressaltou a necessidade de rapidez na tramitação da matéria, devido à atual paralisia do País. “São 34 volumes, 12.040 páginas. A partir de agora, o condutor do processo é o Senado. Não me cabe comentar qualquer que seja a forma que o Senado decidir fazê-lo. A única coisa que eu argumento é que é um processo – a partir do início dele autorizado pela Câmara -, em que a demora é muito prejudicial para o País. Hoje tem meio governo. Então, para que essa paralisia não se prolongue, o ideal é que, dentro da legalidade, seja feito o mais célere possível, para que a vida do País possa voltar a sua normalidade, de uma forma ou de outra”.

????????????????????????????????????Eduardo Cunha acredita que a indefinição do processo deve continuar interferindo, inclusive, na pauta de votação da Câmara: “A representação do governo na Casa deixou de existir, porque deixou de existir, para a Câmara, o governo. Por isso é que a celeridade do Senado é muito importante. Eu não acredito que nenhuma matéria relevante será apreciada na Câmara sem que esse processo seja definido no Senado”.

Seguir a Constituição
O presidente do Senado também se reuniu, nesta segunda-feira, com a presidente Dilma Rousseff e com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Renan Calheiros garantiu que a apreciação do pedido de impeachment no Senado vai seguir a Constituição, o Regimento da Casa e a Lei do Impeachment.

“Nós pretendemos fazer isso com absoluta isenção e total neutralidade. Há pessoas que pedem para agilizar o processo, mas não poderemos agilizar o processo de tal forma que pareça atropelo, ou delongar de tal forma que pareça procrastinação. Nós garantiremos o processo legal, o prazo de defesa e o contraditório”, afirmou Renan.

Comissão especial
A autorização da Câmara para que os senadores apreciem o pedido de impeachment será lida na tarde desta terça-feira, durante a Ordem do Dia do Plenário do Senado. Antes, haverá reunião de líderes partidários daquela Casa para a definição de calendários e da composição da comissão especial, com 21 senadores, que terá 10 dias úteis para elaborar um parecer pela admissibilidade ou não do pedido de impeachment.

Os embates entre PMDB e PT já começaram quanto à disputa pela presidência e relatoria da comissão, como ressalta o vice-líder do PT, senador Lindberg Farias (RJ). “Sim, vamos brigar. Nós temos que ter um relator isento. Se atropelarem a gente, nós vamos recorrer ao Supremo Tribunal Federal.”

O presidente em exercício do PMDB, senador Romero Jucá (RR), sugeriu uma alternativa: “Como o PMDB, em tese, é beneficiado com o afastamento da presidente Dilma, e o PT quer a manutenção da presidente Dilma, talvez a melhor solução seria nenhum dos dois ter relatoria”.

O relatório da comissão especial será submetido ao Plenário do Senado. Em caso de aprovação da admissibilidade do pedido de impeachment por maioria simples de senadores, a presidente da República será afastada do cargo por até 180 dias, que é o prazo que o Senado terá para concluir o julgamento do processo.

Fontes: Agencia Câmara   e CPB – Agencias de Noticias.


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